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A posição do setor de varejo durante a epidemia

A DINÂMICA DO VAREJO

É preciso reconhecer, antes de tudo, as características do setor e suas respectivas fragilidades. Nesse sentido, o setor de varejo abrange o comércio como elo entre produção e consumo, de modo que os varejistas ajudam a constituir o ecossistema econômico no Brasil e no mundo.

O setor experienciou grandes mudanças e, nos últimos anos, passou a exigir cada vez mais soluções que priorizem a integração de processos e eficiência das atividades. Assim, o principal ponto de vulnerabilidade no setor está associado a garantia de integridade das transmissões dentro da cadeia de suprimentos. A questão ficou ainda mais clara após a eclosão da atual crise, que tem comprometido o fluxo de vendas.

O QUE ESTÁ EM JOGO?


De acordo acordo com a FecomercioSP, o cenário máximo de stress para o varejo brasileiro pode registrar recuo mensal de 15% nas vendas de abril, maio e junho. O impacto financeiro seria de R$ 138 bilhões e representa 25 dias dos estabelecimentos com faturamento zero.

Os pequenos comerciantes, que compõem 90% do setor varejista brasileiro, serão os mais afetados pelo coronavírus. Dependentes, em sua maioria, de uma estrutura pouco flexível e voltada para lojas físicas, essa camada do segmento varejista ficará vulnerável a fissuras na cadeia de produção. Diante disso, avalia-se que, sem os auxílios necessários, cerca de 191 mil vagas de emprego formais podem ser perdidos.

A SAÍDA

Está mais que claro que a epidemia vem exigindo respostas que transcendem os métodos e procedimentos habituais das empresas. Dentro dessa perspectiva, para resistir ao cenário pessimista para o consumo, é preciso que o comércio esteja adaptado para oferecer suporte ao atendimento de pedidos online.


Em segundo lugar, as empresas já inseridas no e-commerce precisam fortalecer a gestão da cadeia logística, visando se preparar para picos de demanda sem precedentes, visto que no atual contexto as pessoas têm priorizado compras pela internet.


Além disso, em um momento que a ética das empresas é iluminada, o setor precisa ir além do espectro financeiro e se comprometer com a saúde não só de seus clientes, como de seus funcionários. Assim, as empresas precisam ir além do espectro financeiro, e se comprometer com a segurança da saúde não só de seus clientes, como de seus funcionários, adotando medidas recomendadas pelos órgãos.

OPORTUNIDADE

O varejo tem sempre que se adaptar a dinâmica do mercado, ainda que isso aumente a complexidade na tomada de decisão. Assim, o horizonte do setor precisa estar aberto a novos modelos de negócio, abrindo margem para conquista dos consumidores.

Com os processos de venda caminhando para uma sistematização associada a uma alta troca de informações e coleta de dados, é possível que os varejistas renovem/alinhem suas soluções digitais. Assim, uma maior quantidade de feedbacks pode ser viabilizada, cooperando não só com uma boa experiência para o cliente, como também para otimização da ação que constituem o varejo.


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